no comments! I love fresh food and this indian shop has the best mango on earth!
Wednesday, August 20, 2008
Summer Job!
I love to work at Relish. People there are so nice and kind, but I can't wait to be back to school... to create, think, study... I am so excited to be an exchange student at Edinburgh College of Arts, but I'll miss LHÍ for sure! : )
Thursday, August 7, 2008
Wednesday, August 6, 2008
Peace & Love
Aline at the piece Camp near Faslane naval base (home of the UK nuclear submarines), originally uploaded by Hlynur.
Aline at the piece Camp near Faslane naval base (home of the UK nuclear submarines)
near our Bed & Breakfast Mambeg House on the coast of Garelochhead, we discovered to our surprise that we were only a few miles from the Faslane Naval Base, where the UK nuclear submarine fleet is stationed.....and on the other side of the hill from our house are the stockpiles of nuclear missiles.....unpleasant indeed.
en.wikipedia.org/wiki/Faslane_Naval_Base
Wednesday, June 25, 2008
When I was a lawyer
Graduation at Law School from Federal University of Rio de Janeiro... what I was thinking? ok, ok... I just wanted to change the world, the Brazilian legal system... just this, nothing else.
The Farmer's Market every Saturday
Aline's favorite Saturday destination. This guy was selling great shiitake mushrooms for very good price. Unfortunately he has not been back in the market for three weekends in a row. We are hoping for a new batch of mushrooms soon.
Monday, May 19, 2008
Monday, April 21, 2008
Thursday, April 17, 2008
Monday, March 17, 2008
Thursday, March 6, 2008
FECHADO PARA REFORMA
Sim, para os que ainda nao sabem estamos reformando completamente nosso banheiro e toda tubulacao do prédio. Loucura, loucura, loucura! Já sao LONGOS dias de faculdade, trabalho e + a reforma. Mal comecamos e nao vejo a hora de acabar! Tenho certeza que vai ficar muito bonitinho!
Entao tá justificado o meu desaparecimento, né?
Para acompanhar as obras, entrem no flickr do Hlynur.
e... inté o fim das obras ou momentos de calmaria!
Abracos!
Thursday, February 21, 2008
Tuesday, February 19, 2008
Indiozinho
Mas louco é quem me diz...
Dizem que sou louco...
A mulher se aproxima do carro com uma tesoura na mão, gesticulando muito.
O susto logo é substituído pela surpresa: longe de pretender qualquer violência, a mulher procura seu próprio reflexo no vidro do meu carro, na minha janela, para cortar o cabelo.
Ela intercala tesouradas rápidas no pêlo já muito curto --sinal de alguma internação recente?-- com outros na própria roupa. Sim, cortou as calças nos moldes de um shorts e a blusa, como um top irregular, mas funcional --ambos escondiam suas "partes".
Enquanto o farol não abre, eu fico ali, sendo "olhado" por aqueles olhos vazios, que na verdade nem me notam, mas que procuram nortear a bizarra mudança visual em plena via pública.
O que se estabelece ali é um imenso vazio de entendimento numa imensidão de significados. A mulher olha e não me vê --nem sei sequer se vê a si própria; creio que não. Eu olho para a mulher e o que vejo nada me diz, porque é impossível entender o que aquilo tudo representa para ela mesma.
Como não poderia deixar de ser, as pessoas nas calçadas que presenciavam a cena riam. É sempre assim: na falta de coisa melhor para fazer, ri-se do que se convencionou chamar de loucura. O riso, na verdade, é um disfarce para o constrangimento ou a falta de entendimento daquele mundo particular e sem dúvida curioso, que a rigor só existe na cabeça do portador de transtorno mental --é assim que, no terreno do politicamente correto, deve-se chamar os loucos de outros tempos.
Rimos porque não sabemos o que fazer com eles. Não sabemos nem sequer o que fazer direito com parentes e amigos transtornados, o que dirá dos excluídos que perambulam pelas ruas? Porque no fundo não sabemos lidar com as diferenças, os diferentes, sejam deficientes, físicos, portadores de síndrome de down, depressivos, eufóricos...
Pior do que não saber o que fazer a respeito, há um equívoco mais problemático ainda: tratar a loucura de maneira romântica, como se o comportamento inadequado fosse fruto de uma maneira criativa de se colocar no mundo.
Talvez seja, quem sabe em determinados casos a coisa vá por aí mesmo.
Mas o que prevalece mesmo é o sofrimento, a dor da não aceitação, da rejeição social, da incompreensão do mundo tal qual ele se apresenta, de como esse mesmo mundo trata quem não consegue entendê-lo corretamente.
Por mais delicado que seja o tema, não deixa de ser fascinante pela imensidão de possibilidades de entendimento. A mim me fascina, e há um caso em particular que merece minha atenção e respeito.
Trata-se do compositor, cantor e pianista Arnaldo Baptista, líder e mentor do fantástico grupo Mutantes, trio formado ele, seu irmão Sérgio e por Rita Lee e que foi um marco da nossa música nos 60/70.
Um disco do grupo do começo dos 70 traz a canção "Balada do Louco", uma elegia da diferença, meio premonitória até, uma vez que o próprio Arnaldo, anos depois, teve um surto psicótico, pulou da janela de um hospital e nunca mais se recuperou completamente. Em 1996 ele regravou a canção no disco "Singing Alone" e o resultado é simplesmente fantástico. Além da beleza da melodia, a poesia é ao mesmo tempo libertária e instigante, como você pode ver a seguir
Balada do Louco(Arnaldo Baptista e Rita Lee)
Dizem que sou louco
Por pensar assim
Se eu sou muito louco
Por eu ser feliz
Mas louco é quem me diz
E não é feliz
Não é feliz
Se eles são bonitos
Sou Alain Delon
Se eles são famosos
Sou Napoleão
Mas louco é quem me diz
E não é feliz
Não é feliz
Eu juro que é melhor
Não ser um normal
Se eu posso pensar
Que Deus sou eu
Se eles têm três carros
Eu posso voar
Se eles rezam muito
Eu já estou no céu
Mas louco é quem me diz
E não é feliz
Não é feliz
Eu juro que é melhor
Não ser um normal
Se eu posso pensar
Que Deus sou eu
Sim, sou muito louco
Não vou me curar
Já não sou o único
Que encontrou a paz
Mas louco é quem me diz
E não é feliz
Eu sou feliz!
Luiz Caversan, 52, é jornalista, produtor cultural e consultor na área de comunicação corporativa. Foi repórter especial, diretor da sucursal do Rio da Folha, editor dos cadernos Cotidiano, Ilustrada e Dinheiro, entre outros. Escreve para a Folha Online.
Thursday, February 14, 2008
obssessao adquirida
tem sido motivo de pesadelo e alegria. tardes e tardes no laboratório do departamento de belas artes tentando obter impressoes aceitáveis. o pior é que a cada dia comeco a ver mais e mais detalhes que só dao um nó na minha cabeca.
o que era para ser apenas duas horas imprimindo meu portifólio, tem sido dias e dias calibrando monitores, testando impressoras (laser, ink jet e wax), testado papéis... uma loucura.
por que as cores que vemos no monitor nao sao as que saem no papel? como diz Eric, professor de fotografia: porque o mundo nao é perfeito!
mas é quase! to chegando lá com minhas cores...
fim do curso de tipografia com o Atli: manhas divertidas descobrindo detlhes escondidos nas letrinhas, trabalhando com formas e composicoes.
música: radio gnt on line especial Chico Buarque (de arrepiar!) + Marisa Monte (anos 90) + Elis (sempre!)
filme: Atonement - lindo, triste e sensível.
Hawaii, Oslo - alternativo
livro: Design: intelligence made visible (licao de casa, de história e mundo)
bom findi! o meu já é!
Tuesday, February 12, 2008
Thursday, January 31, 2008
Happy Meat Festival !?!
O resultado dessas semanas de pesquisa e desenvolvimento pudemos conferir sexta passada e o carnaval deles foi um tanto literário. Eu que cresci com o carnaval sendo parte de minha vida (tenho todas fotos de minhas fantasias desde pequenina e meu pai contava os dias para o lancamento d LP das escolas de samba do Rio para adquirir o seu exemplar) tive que assitir a uma instalacao onde vários estudantes reproduziam rituais carnívoros!!!!!
Tudo bem que o carnaval tá longe de ser vegetariano, mas pelo menos a carne de ontem foi substituída por outro tipo de carne...
E entao comecei a entende-los quando me perguntavam se nao é no Brasil que temos o "meat festival"... sempre respondi com muito espanto e indignacao: bom, nós bem gostamos de uma carninha no Brasil, mas "meat festival" deve rolar na lá Argentina, nao no Brasil. : )
Como aqui nao tem "meat festival", feriadao e muito menos Carnaval (o karnival da Academia nem samba tinha) fico somente no gostinho acompanhando notícias pela internet e ouvindo os cds que meu vo me mandou...
- Afinidade- Marco Pereira e Gabriel Grossi- para momentos sensíveis, inspiradores
- Orquestra Imperial- pra dancar coladinho
- Maria Rita- para animar minhas manhas ainda escuras
Todos Ó-t-i-m-o-s!!!!!
Sunday, January 27, 2008
Box, Sweet Box
Monday, January 21, 2008
Détournement
Trabalho para curso Détournement: Pegar algum slogan conhecido e colocá-lo em um contexto completamente diferente para mudar o sentido das palavras e da imagem. Fim... O curso Détournement acabou e aprendi muito.
1- tenho que me esforcar muito para ser mais ironica. nao tenho humor negro dentro de mim! : )
2- vc pode tudo na producao de idéias.
3- importancia de sketchs: desenhe, anote as coisas mais bobas que venha a sua cabeca...
4- arquive seus desenhos, suas idéias, recortes, fotos, vídeos... todas as fontes de inspiracao!!!
5- descobri que as revistas brasileiras sao TUDO de bom!!! Dá-lhe Key, Simples e Tpm!
6- Pense, pense, pense e pense sempre! Seja interessado e interessante!
Com certeza vou sentir falta da ralacao destas últimas semanas e fiquei super orgulhosa do meu projeto final! Vou colocar as imagens em breve...
Monday, January 14, 2008
“Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas que já têm a forma do nosso corpo e esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos mesmos lugares.
É o tempo da travessia e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.”
Fernando Pessoa
Thursday, January 10, 2008
+ Detournement
Detounement course

Friday, January 4, 2008
Ano Novo
Monday, December 31, 2007
Let's rock in 2008!
Muitas realizacoes, muitas... só de olhar minha vida um ano atrás, muita coisa aconteceu. Minha vida está completamente diferente (pra melhor)! : )
Claro esse ano que se encerra nao foi fácil para ninguém, muito menos para mim. Muita batalha, ralacao, decepcoes... tive que catar muitos caquinhos, transformar e me reinventar. Tive que tirar forcas nao sei de onde para mudar o rumo da vida. Deixar o Direito de lado e encarar o design, a Islandia...
No fim chego a conclusao de que tudo valeu MUITO a pena, que a vida vale muito a pena...
Muitos frutos foram colhidos e ainda tenho muitas sementes para plantar.
Eu acredito que 2008 vai ser ainda melhor! Tenho esse sentimento forte dentro de mim, uma alegria que eu nao sei explicar... Um ano novinho em folha diante de nós. Novas oportunidades, novas experiencias, novas alegrias, novos propósitos, novas batalhas... um novo tempo!
À 2008, tim-tim! Let's rock!!!
Thursday, December 27, 2007
1996!
A gente vai se dando conta que vai ficando velho quando comeca a dizer que fez isso ou aqui há 10, 11 anos atrás...Pois bem, em 1996 fiz este cartao de aniversário para a minha amiga Teté e parece que foi ontem... e fiquei MUITO feliz de receber a foto dos cartoes 11 anos depois! Fiquei boba! Tipo: eu fiz isso?! Agora, estudando design gráfico parece que tudo faz sentido. A uniao dos tempos... e ainda me sinto aquela mesma adolescente de 96!!! Ando até escutando Renato Russo ultimamente!
Oba, 2007 tá quase acabando!!!
Asas e Ventos Coloridos
Uma alegria que nao se encontra em qualquer jardim. Tive que postar aqui. Esse texto entra para a história que o meu coracao nao deixa apagar.
Para meu grande amigo Bê: muitos ventos coloridos e asas para voar...
Estranhezas e Retratos - por Bê
Mais um pouco do "Tratado geral das estranhezas do mundo": noite passada percebi que a estupidez humana reside nos armários de cada um.
Ao longo da vida, adquirimos a capacidade incrível de acumular certa quantidade de sentimentos, outro tanto de opiniões - estas que vão mudando constantemente -, um punhado de lembranças e algumas toneladas de tralhas e quinquilharias. É curioso como somos capazes de dar mais valor a um trocinho de papel do que a uma lembrança. Pior! Os pequenos troços têm força simbólica pavorosa: eles são as lembranças.
Não sei quem foi o primeiro a ensinar isso, mas a moda pegou. Guardamos coisas demais. Bom, eu arrumava o armário, pensando na estupidez humana, em como são latentes, indeléveis, os traços tão marcantes da nossa "origem humilde".
E será que pensar na estupidez é algo estúpido?
No entretanto, achei fotos antigas, larguei aquela porcariada toda de arrumação. Não há nada mais chato que arrumar um armário zorreado. Sentei ali mesmo, no chão, e fiquei revendo as fotos. A maioria delas foram tiradas nos primeiros anos da faculdade de direito. Tempo de experimentar, tempo de aprender a viver. Tempo que vivi.
Em meio a lembranças não mais tão recentes, pego uma foto dela.
Simplesmente deixei as fotos num cantinho, e fiquei só com aquela. Tirada no dia em que achei a velha pentax no armário da casa da vó. Foi o primeiro retrato que tirei com aquela câmera. Só podia ser dela, da Níni, a melhor amiga que a vida me deu.
Foi com ela que aprendi a experimentar, a descobrir. A Níni deu ares de aventura e candor pra uma vida que foi tomando, pouco a pouco, um rumo tão enfadonho. Conviver com ela aqueles anos foi aprender que o vento que sopra de noite tem cor. Cor e asas. Ah, ela, evidentemente, talvez nem saiba disso, me ensinou a voar nessas asas que têm os ventos azuis, que quando só pode caber alegria, é tudo vermelho.
Mas os rumos postos também são contrapostos e hoje a melhor amiga que já tive até hoje mora numa terra no topo do mundo, onde ainda o tempo é meio pedra, meio mito.
Naquele lugar milenar, terra de fogo e gelo, mora a saudade que respiro.
Thursday, December 20, 2007
Desejos de fim de ano
Tempo- para ler TODOS os livros que gostaria, todos.
Tempo- para assistir a TODOS os filmes antigos indicados nas aulas de história da arte.
Tempo- para escrever cartas para os amigos.
Tempo- para aprender, aprender e aprender.
Tempo- para ensinar o pouco que sei.
Tempo- para ligar para as pessoas queridas e passar horas jogando papo pro ar.
Tempo- para pegar a bicicleta e passar o dia passeando sem pensar nas coisas a fazer quando voltar para casa.
Tempo- para a Logosofia.
Tempo- para cozinhar as receitas prediletas e testar, improvisar.
Tempo- para pintar, desenhar, fotografar.
Tempo- para viajar, experimentar, ver coisas, lugares e pessoas diferentes.
Tempo- para namorar e passar a manha embaixo das cobertas.
Tempo- para visitar a família.
Tempo- para escrever.
Tempo- para mim...
O tempo está diante de nós, mas o que fazemos com ele?
Monday, December 17, 2007
Fim de ano!
Foto do último dia de aula na Academia de Arte da Islandia. Férias de Natal.






