Monday, March 17, 2008
Thursday, March 6, 2008
FECHADO PARA REFORMA
Sim, para os que ainda nao sabem estamos reformando completamente nosso banheiro e toda tubulacao do prédio. Loucura, loucura, loucura! Já sao LONGOS dias de faculdade, trabalho e + a reforma. Mal comecamos e nao vejo a hora de acabar! Tenho certeza que vai ficar muito bonitinho!
Entao tá justificado o meu desaparecimento, né?
Para acompanhar as obras, entrem no flickr do Hlynur.
e... inté o fim das obras ou momentos de calmaria!
Abracos!
Thursday, February 21, 2008
Tuesday, February 19, 2008
Indiozinho
Mas louco é quem me diz...
Dizem que sou louco...
A mulher se aproxima do carro com uma tesoura na mão, gesticulando muito.
O susto logo é substituído pela surpresa: longe de pretender qualquer violência, a mulher procura seu próprio reflexo no vidro do meu carro, na minha janela, para cortar o cabelo.
Ela intercala tesouradas rápidas no pêlo já muito curto --sinal de alguma internação recente?-- com outros na própria roupa. Sim, cortou as calças nos moldes de um shorts e a blusa, como um top irregular, mas funcional --ambos escondiam suas "partes".
Enquanto o farol não abre, eu fico ali, sendo "olhado" por aqueles olhos vazios, que na verdade nem me notam, mas que procuram nortear a bizarra mudança visual em plena via pública.
O que se estabelece ali é um imenso vazio de entendimento numa imensidão de significados. A mulher olha e não me vê --nem sei sequer se vê a si própria; creio que não. Eu olho para a mulher e o que vejo nada me diz, porque é impossível entender o que aquilo tudo representa para ela mesma.
Como não poderia deixar de ser, as pessoas nas calçadas que presenciavam a cena riam. É sempre assim: na falta de coisa melhor para fazer, ri-se do que se convencionou chamar de loucura. O riso, na verdade, é um disfarce para o constrangimento ou a falta de entendimento daquele mundo particular e sem dúvida curioso, que a rigor só existe na cabeça do portador de transtorno mental --é assim que, no terreno do politicamente correto, deve-se chamar os loucos de outros tempos.
Rimos porque não sabemos o que fazer com eles. Não sabemos nem sequer o que fazer direito com parentes e amigos transtornados, o que dirá dos excluídos que perambulam pelas ruas? Porque no fundo não sabemos lidar com as diferenças, os diferentes, sejam deficientes, físicos, portadores de síndrome de down, depressivos, eufóricos...
Pior do que não saber o que fazer a respeito, há um equívoco mais problemático ainda: tratar a loucura de maneira romântica, como se o comportamento inadequado fosse fruto de uma maneira criativa de se colocar no mundo.
Talvez seja, quem sabe em determinados casos a coisa vá por aí mesmo.
Mas o que prevalece mesmo é o sofrimento, a dor da não aceitação, da rejeição social, da incompreensão do mundo tal qual ele se apresenta, de como esse mesmo mundo trata quem não consegue entendê-lo corretamente.
Por mais delicado que seja o tema, não deixa de ser fascinante pela imensidão de possibilidades de entendimento. A mim me fascina, e há um caso em particular que merece minha atenção e respeito.
Trata-se do compositor, cantor e pianista Arnaldo Baptista, líder e mentor do fantástico grupo Mutantes, trio formado ele, seu irmão Sérgio e por Rita Lee e que foi um marco da nossa música nos 60/70.
Um disco do grupo do começo dos 70 traz a canção "Balada do Louco", uma elegia da diferença, meio premonitória até, uma vez que o próprio Arnaldo, anos depois, teve um surto psicótico, pulou da janela de um hospital e nunca mais se recuperou completamente. Em 1996 ele regravou a canção no disco "Singing Alone" e o resultado é simplesmente fantástico. Além da beleza da melodia, a poesia é ao mesmo tempo libertária e instigante, como você pode ver a seguir
Balada do Louco(Arnaldo Baptista e Rita Lee)
Dizem que sou louco
Por pensar assim
Se eu sou muito louco
Por eu ser feliz
Mas louco é quem me diz
E não é feliz
Não é feliz
Se eles são bonitos
Sou Alain Delon
Se eles são famosos
Sou Napoleão
Mas louco é quem me diz
E não é feliz
Não é feliz
Eu juro que é melhor
Não ser um normal
Se eu posso pensar
Que Deus sou eu
Se eles têm três carros
Eu posso voar
Se eles rezam muito
Eu já estou no céu
Mas louco é quem me diz
E não é feliz
Não é feliz
Eu juro que é melhor
Não ser um normal
Se eu posso pensar
Que Deus sou eu
Sim, sou muito louco
Não vou me curar
Já não sou o único
Que encontrou a paz
Mas louco é quem me diz
E não é feliz
Eu sou feliz!
Luiz Caversan, 52, é jornalista, produtor cultural e consultor na área de comunicação corporativa. Foi repórter especial, diretor da sucursal do Rio da Folha, editor dos cadernos Cotidiano, Ilustrada e Dinheiro, entre outros. Escreve para a Folha Online.
Thursday, February 14, 2008
obssessao adquirida
tem sido motivo de pesadelo e alegria. tardes e tardes no laboratório do departamento de belas artes tentando obter impressoes aceitáveis. o pior é que a cada dia comeco a ver mais e mais detalhes que só dao um nó na minha cabeca.
o que era para ser apenas duas horas imprimindo meu portifólio, tem sido dias e dias calibrando monitores, testando impressoras (laser, ink jet e wax), testado papéis... uma loucura.
por que as cores que vemos no monitor nao sao as que saem no papel? como diz Eric, professor de fotografia: porque o mundo nao é perfeito!
mas é quase! to chegando lá com minhas cores...
fim do curso de tipografia com o Atli: manhas divertidas descobrindo detlhes escondidos nas letrinhas, trabalhando com formas e composicoes.
música: radio gnt on line especial Chico Buarque (de arrepiar!) + Marisa Monte (anos 90) + Elis (sempre!)
filme: Atonement - lindo, triste e sensível.
Hawaii, Oslo - alternativo
livro: Design: intelligence made visible (licao de casa, de história e mundo)
bom findi! o meu já é!
Tuesday, February 12, 2008
Thursday, January 31, 2008
Happy Meat Festival !?!
O resultado dessas semanas de pesquisa e desenvolvimento pudemos conferir sexta passada e o carnaval deles foi um tanto literário. Eu que cresci com o carnaval sendo parte de minha vida (tenho todas fotos de minhas fantasias desde pequenina e meu pai contava os dias para o lancamento d LP das escolas de samba do Rio para adquirir o seu exemplar) tive que assitir a uma instalacao onde vários estudantes reproduziam rituais carnívoros!!!!!
Tudo bem que o carnaval tá longe de ser vegetariano, mas pelo menos a carne de ontem foi substituída por outro tipo de carne...
E entao comecei a entende-los quando me perguntavam se nao é no Brasil que temos o "meat festival"... sempre respondi com muito espanto e indignacao: bom, nós bem gostamos de uma carninha no Brasil, mas "meat festival" deve rolar na lá Argentina, nao no Brasil. : )
Como aqui nao tem "meat festival", feriadao e muito menos Carnaval (o karnival da Academia nem samba tinha) fico somente no gostinho acompanhando notícias pela internet e ouvindo os cds que meu vo me mandou...
- Afinidade- Marco Pereira e Gabriel Grossi- para momentos sensíveis, inspiradores
- Orquestra Imperial- pra dancar coladinho
- Maria Rita- para animar minhas manhas ainda escuras
Todos Ó-t-i-m-o-s!!!!!
Sunday, January 27, 2008
Box, Sweet Box
Monday, January 21, 2008
Détournement
Trabalho para curso Détournement: Pegar algum slogan conhecido e colocá-lo em um contexto completamente diferente para mudar o sentido das palavras e da imagem. Fim... O curso Détournement acabou e aprendi muito.
1- tenho que me esforcar muito para ser mais ironica. nao tenho humor negro dentro de mim! : )
2- vc pode tudo na producao de idéias.
3- importancia de sketchs: desenhe, anote as coisas mais bobas que venha a sua cabeca...
4- arquive seus desenhos, suas idéias, recortes, fotos, vídeos... todas as fontes de inspiracao!!!
5- descobri que as revistas brasileiras sao TUDO de bom!!! Dá-lhe Key, Simples e Tpm!
6- Pense, pense, pense e pense sempre! Seja interessado e interessante!
Com certeza vou sentir falta da ralacao destas últimas semanas e fiquei super orgulhosa do meu projeto final! Vou colocar as imagens em breve...
Monday, January 14, 2008
“Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas que já têm a forma do nosso corpo e esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos mesmos lugares.
É o tempo da travessia e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.”
Fernando Pessoa
Thursday, January 10, 2008
+ Detournement
Detounement course

Friday, January 4, 2008
Ano Novo
Monday, December 31, 2007
Let's rock in 2008!
Muitas realizacoes, muitas... só de olhar minha vida um ano atrás, muita coisa aconteceu. Minha vida está completamente diferente (pra melhor)! : )
Claro esse ano que se encerra nao foi fácil para ninguém, muito menos para mim. Muita batalha, ralacao, decepcoes... tive que catar muitos caquinhos, transformar e me reinventar. Tive que tirar forcas nao sei de onde para mudar o rumo da vida. Deixar o Direito de lado e encarar o design, a Islandia...
No fim chego a conclusao de que tudo valeu MUITO a pena, que a vida vale muito a pena...
Muitos frutos foram colhidos e ainda tenho muitas sementes para plantar.
Eu acredito que 2008 vai ser ainda melhor! Tenho esse sentimento forte dentro de mim, uma alegria que eu nao sei explicar... Um ano novinho em folha diante de nós. Novas oportunidades, novas experiencias, novas alegrias, novos propósitos, novas batalhas... um novo tempo!
À 2008, tim-tim! Let's rock!!!
Thursday, December 27, 2007
1996!
A gente vai se dando conta que vai ficando velho quando comeca a dizer que fez isso ou aqui há 10, 11 anos atrás...Pois bem, em 1996 fiz este cartao de aniversário para a minha amiga Teté e parece que foi ontem... e fiquei MUITO feliz de receber a foto dos cartoes 11 anos depois! Fiquei boba! Tipo: eu fiz isso?! Agora, estudando design gráfico parece que tudo faz sentido. A uniao dos tempos... e ainda me sinto aquela mesma adolescente de 96!!! Ando até escutando Renato Russo ultimamente!
Oba, 2007 tá quase acabando!!!
Asas e Ventos Coloridos
Uma alegria que nao se encontra em qualquer jardim. Tive que postar aqui. Esse texto entra para a história que o meu coracao nao deixa apagar.
Para meu grande amigo Bê: muitos ventos coloridos e asas para voar...
Estranhezas e Retratos - por Bê
Mais um pouco do "Tratado geral das estranhezas do mundo": noite passada percebi que a estupidez humana reside nos armários de cada um.
Ao longo da vida, adquirimos a capacidade incrível de acumular certa quantidade de sentimentos, outro tanto de opiniões - estas que vão mudando constantemente -, um punhado de lembranças e algumas toneladas de tralhas e quinquilharias. É curioso como somos capazes de dar mais valor a um trocinho de papel do que a uma lembrança. Pior! Os pequenos troços têm força simbólica pavorosa: eles são as lembranças.
Não sei quem foi o primeiro a ensinar isso, mas a moda pegou. Guardamos coisas demais. Bom, eu arrumava o armário, pensando na estupidez humana, em como são latentes, indeléveis, os traços tão marcantes da nossa "origem humilde".
E será que pensar na estupidez é algo estúpido?
No entretanto, achei fotos antigas, larguei aquela porcariada toda de arrumação. Não há nada mais chato que arrumar um armário zorreado. Sentei ali mesmo, no chão, e fiquei revendo as fotos. A maioria delas foram tiradas nos primeiros anos da faculdade de direito. Tempo de experimentar, tempo de aprender a viver. Tempo que vivi.
Em meio a lembranças não mais tão recentes, pego uma foto dela.
Simplesmente deixei as fotos num cantinho, e fiquei só com aquela. Tirada no dia em que achei a velha pentax no armário da casa da vó. Foi o primeiro retrato que tirei com aquela câmera. Só podia ser dela, da Níni, a melhor amiga que a vida me deu.
Foi com ela que aprendi a experimentar, a descobrir. A Níni deu ares de aventura e candor pra uma vida que foi tomando, pouco a pouco, um rumo tão enfadonho. Conviver com ela aqueles anos foi aprender que o vento que sopra de noite tem cor. Cor e asas. Ah, ela, evidentemente, talvez nem saiba disso, me ensinou a voar nessas asas que têm os ventos azuis, que quando só pode caber alegria, é tudo vermelho.
Mas os rumos postos também são contrapostos e hoje a melhor amiga que já tive até hoje mora numa terra no topo do mundo, onde ainda o tempo é meio pedra, meio mito.
Naquele lugar milenar, terra de fogo e gelo, mora a saudade que respiro.
Thursday, December 20, 2007
Desejos de fim de ano
Tempo- para ler TODOS os livros que gostaria, todos.
Tempo- para assistir a TODOS os filmes antigos indicados nas aulas de história da arte.
Tempo- para escrever cartas para os amigos.
Tempo- para aprender, aprender e aprender.
Tempo- para ensinar o pouco que sei.
Tempo- para ligar para as pessoas queridas e passar horas jogando papo pro ar.
Tempo- para pegar a bicicleta e passar o dia passeando sem pensar nas coisas a fazer quando voltar para casa.
Tempo- para a Logosofia.
Tempo- para cozinhar as receitas prediletas e testar, improvisar.
Tempo- para pintar, desenhar, fotografar.
Tempo- para viajar, experimentar, ver coisas, lugares e pessoas diferentes.
Tempo- para namorar e passar a manha embaixo das cobertas.
Tempo- para visitar a família.
Tempo- para escrever.
Tempo- para mim...
O tempo está diante de nós, mas o que fazemos com ele?
Monday, December 17, 2007
Fim de ano!
Foto do último dia de aula na Academia de Arte da Islandia. Férias de Natal.Friday, December 14, 2007
Atencao- Attention- Takið eftir
Sim, depois de ouvir 1001 reclamacoes de Carol, Juliana, Vinícius.... etc e tal, conseguir trazer a secao de comments ao mundo.
Sim, agora voces podem (e DEVEM) postar comentários mesmo sem ter conta google. Basta clicar e pronto! Facinho!
Entao, já viu, né? To esperando!
Bjks, bjks e bom findi!
É hoje!!
Foto "roubada" do Flickr da Teté
Acho que essa foto resume muito a Teté- extremamente romantica!
Conheco ela desde meu tempo de adolescencia no Jesuítas. Passamos por poucas e boas. Moramos juntas, nos divertimos em Cabo Frio, na noite e na vida. Estivemos juntas em momentos alegres e tristes... e por tudo isso e muito mais:
Hoje o dia é dela!
Tudo de bom, minha amiga! Que voce continue sendo essa pessoa carinhosa e doce.
Muita forca, amores, amigos, paixoes, acontecimentos, saúde, abracos, carinhos, beijos, sol, alegria, família, dinheiro, conquistas, sucesso, verdades, chocolates...
Como dizia o amigo Russo: Forca, Sempre!
Kraftverk+Lisstzky+Us

Saturday, December 8, 2007
só pra ter o gostinho...
Quase de férias. Segunda apresento a camiseta conceitual que estou fazendo com a minha conclusao do curso + prova de "moods of the time" com o Goddur.
Bom findi e bjks
Thursday, December 6, 2007
Neva lá fora e meu coracao em flores
Estou super atolada com provas, trabalhos e trabalho. Uma loucura e mesmo assim nao deixo de lado minha poweryoga e logosofia. Eterna busca do equilíbrio!
Ainda dizem que vida em cidade pequena é calma... nao a minha! Semana que vem é a última semana de aula e aproveitarei esse tempo para colocar e-mails em dia, atualizar o blog, estudar muito illustrator, photoshop, indesign E trabalhar também na loja de vinhos. Moleza nao, né?
To ouvindo muito Cibelle. Veja esse video dela com o Arnaldo Antunes. Lindo!!
Bless bless!
Thursday, November 29, 2007
Sunday, November 25, 2007
Aline snapping photos of strangers
Ele é nosso!!! Tim-Tim!
Tenho tido a impressao de que outubro/novembro é o mes em que a maioria dos meus amigos queridos nasceram. Nao sei o porquê- seriam babies pós-carnavais? O fato é que esse é um período de vários aniversários de pessoas pra lá de especiais! Sao tantos, que confundo datas, confundo tudo e se nao fosse o orkut poderiam me chamar de má-amiga.
Falando em amigos, aniversários... ontem foi o aniversário de uma pessoa que eu nao posso dizer que é MEU amigo, é NOSSO! É de todos:da FND, da Kripta, da economia, dos amigos dos amigos.... Se tem uma palavra que define ele essa palavra é AMIGO, amigo de verdade. E ainda completo, porque para mim, ele é mais que amigo, é um irmao escolhido. Foi e é a minha família no Rio de Janeiro. Meu porto seguro, meu ombro, meu compenheiro faca chuva, sol ou neve. Suas palavras muito me confortaram e momentos alegres e difíceis.
Conheci Marquinhos pelos caminhos tortos da vida. Em um Pub em Copacabana, ele era o amigo do poetinha. Logo, éramos três: Bê, Marquim e eu. Amigos para toda hora. Com ele aprendi que a minha vida pode estar uma merda, mas pra que perder o sorriso, a esperanca? Já o vi triste, chateado, de mau humor, mas nunca sem o sorriso no rosto. E nao um sorriso falso, mas verdadeiro com olhos brilhantes. Ele SEMPRE esteve lá ao meu lado, dividindo o chopp, as lágrimas e os risos. Quem teve a oportunidade de conhece-lo, sabe da raridade e alegria que é essa pessoa.
Ele é amigo-protetor, sabe? E sinto a MAIOR falta dele. Nao o que passamos juntos, porque isso guardo dentro de mim. Sinto falta do que nao estamos passando agora, do presente. Mas esse é o rumo que segui e tenho certeza que deixei ele bracos certos, nos bracos da Joana- que pouco conheci, mas logo tive a certeza de que seriam companheiros pela vida!
Ainda me lembro do abraco forte e marcante que ele me deu quando nos vimos pela última vez... E ainda sei da alegria dos reencontros que estao por vir!! Sempre!
Nao mando abracos, beijos ou parabéns pelo seu aniversário. Apenas um chopp para celebrar a vida e os nossos reencontros nessa louca vida.
Amigo, à VIDA!!! Tim-tim!
Friday, November 23, 2007
The Constructor

Thursday, November 22, 2007
Til Lykke!!!!
KYI, artista, fashion designer (chique!), cozinheiro e lindo...
Sabe aquele tipo de pessoa que é inspiracao pura ?
Ele é em dobro! Ele alegra a nossa vida!
Saudades de nosso tempo no Miss (foto)! E espectativas pelo que está por vir. Hoje quero tudo, alegria, saúde, sorrisos, futuro, passado, energia, abracos, beijos de amor, notícias dos amigos, neve, sol, piscina, bombons, cinema, livros, tristeza, felicidades, maracujá... vida.
Quero para mim, para o Kyi e para todos!
Energia de criar e fazer diferente! Quero a coragem de Neville Brody, a inspiracao de Lissitzky e a inocencia de Saul Bass! Quero sair de frente desse computador e me perder na imensidao de uma folha branca de papel. Eu e o papel. Pelo menos hoje...
Kyi, ARRASA! Se cuida e me promete ser muito feliz!
Espero te encontrar em breve, afinal voce é quase meu visinho, né?
Beijosss
Wednesday, November 21, 2007
Amo!
"eu me lembro de você lendo, e quando lia, sorria.
Eu lembro até do cheiro do teu sorriso quando fico com saudade tua!"
Be- amigo do coracao
Sunday, November 18, 2007
Minas + Reykjavik

O que Minas Gerais e Reykjavik tem em comum?
Arquitetura!
Acreditem ou nao... uma firma de arquitetura pk.is já importou quatro arquitetos mineiros maneiros. E este fim de semana fui no aniversário da namorada de um deles para conhece-los. E que festa!?!
Bom, vou falar dos mineirinhos primeiro, uai! Sou mineira do brejo, mas nao nego raiz. Fernando conheceu Berglind há 5 anos atrás aqui em Reykjavik e nunca mais voltou. Os anos se passaram e Fernando já importou tres amigos (todos arquitetos da UFMG). E eles, comendo quietinhos, estao trabalhando num dos maiores projetos arquitetonicos (e controvertidos) de Reykjavik- criacao de centro empresarial.
Enfim, a festa bombou! Berglind, a mulher de Fernando, é artista plastica super ativa e foi uma das criadoras de um projeto bem bacana de integracao arte e espaco público com vários artistas. E seus amigos, nao menos interessantes, foram fofíssimos comigo. Descobrimos vários, muitos amigos em comum da Academia de Arte (LHI)! É como se a Academia abrisse um novo mundo, o pequeno mundo das artes islandesas. Tipo, rolou de tudo, gente de tudo que é tipo. Desde diretora de curta nomeada ao Edda (Oscar islandes), artista da Alemanha à mineirada. Eta, sotaque gostosinho!
Tá que exagerei um pouquinho na bebida, mas é que me serviram um vinho quente de natal, cheio de tempero, frutinhas e amendoas. Muito bom! O tal do vinho era tao forte que quando foi pegar o taxi para casa nem senti frio do lado de fora... Acreditem, a temperatura já está negativa por aqui...
Foi bábaro e o fim de semana continuou bacana em família (sábado) e com o dia lindo de hoje. Domingao, acordei bem tarde, mas ainda a tempo de aproveitar o sol e ir a piscina. Relax total num pote de 40 graus! Depois, bem cozidinha, me entreguei novamente ao mundo de Lissitzky. Ele arrasa e esta semana também vamos arrasar na apresentacao sobre sua vida e sua obra. Com muita ideologia, video, flash, encarte e música Kraftwerk- The man-machine. Em pensar nas minhas apresentacoes caretas e entediantes da faculdade de direito...ai!
Que a semana siga tao boa e alegre quanto o findi!
Inté...
Sunday, November 11, 2007
Thursday, November 8, 2007
Fase Lissitzkyana

Tuesday, October 23, 2007
Tô de recesso porque o mundo é careta!

Kyi, querido, amo seus comentários... quero um blog seu também! quero ver suas obras, seu trabalho, saber de sua vida na Noruega. Tudo! Tenho certeza que voce arrasa! Bjks
Inté semana que vem! Tô de recesso, tá?
Sunday, October 21, 2007
Minha favorita no curso P&B
Eu adoro essa foto. Primeiro, porque a missao era tirar foto de uma pessoa desconhecida. Segundo, porque eu participei de todo processo, desde o ato de tirar a foto, revelar o filme a imprimir.
É um processo mágico que faz da fotografia tradicional, arte; e da digital, lugar comum!!!
Sunday, October 14, 2007
Realismo de Gregory Credwson

At home with Sigur Rós

The Icelandic word “heima” means at home in English and it is also the title of the Sigur Rós film/documentary, world premiered at Reykjavik International Film Festival 2007. No word is more appropriate for the title, since the film brings up the feeling of being back home after an extensive world tour of their acclaimed fourth album “Takk”. In the summer of 2006, the Icelandic quartet (Jón Þór Birgisson, Georg Hólm, Kjartan Sveinsson and Orri Páll Dýrason) marked the return to their homeland with seven unannounced free concerts at various remote corners of the country, culminating with a concert in Reykjavik attended by one tenth of Iceland’s population - the biggest concert in Icelandic history.[1]
The Oscar-nominated director for Lilo & Stich, Dean DeBlois was responsible for bringing to the screen all the feelings of those concerts, music numbers done only for the camera and interviews with the members of the band and their co-performers and close friends Amiina (Hildur Ársælsdóttir, María Huld Markan, Edda Rún Ólafsdóttir, Sólrún Sumarliðadóttir). According to DeBlois: "Their ambitious gesture of playing free, unannounced concerts in every corner of Iceland struck me as noble and beautifully strange - something unheard of in our jaded world. I wanted to present an intimate view of the band and their country from my own wonder-filled, foreign eyes."[2] To record the band at work, the director was in command of a crew of over forty people at fifteen inspiring places.
The cinema photography of Heima deserves attention, taken in high resolution and capturing the colours of Iceland. Although it is known that the Icelandic dramatic landscape looks good on the big screen, the way the frames were put together is very special and unique, showing not only the group on stage, but also various aspects of Icelandic culture. As a result, the look of the scenes and its content flows like an extension of Sigur Rós music. The quartet chose to play in different and exotic places, like the abandoned fish processing plant at Djúpavík, in the northwest , that was built in the big herring boom during the fifties but lasted only two years and hasn’t been used since ; a cave and a protest camp where they played an acoustic set because the people in the camp were protesting the building of a dam in Kárahnjúkar, the “grand canyon” of Iceland, that’s going to produce electricity for ALCOA aluminum smelter. In the film, the musicians clearly care about nature and its preservation without taking it to a political discussion about Icelandic environmental and development policies .
The intention of Sigur Rós to have concerts in the country side of Iceland was to demonstrate their gratitude for the local support and bring life to areas that there isn’t much activity on a regular basis. As a foreigner living in Reykjavik, the film gave to me an opportunity to understand better the Icelandic culture, looking back to traditions and the life at these remote and desolate areas. The scenes in the film were full of nostalgia.
On the other hand, while the film is an ode to Iceland, Sigur Rós and their friends speak in English with Icelandic accent, which, in my point of view, breaks the mood of the film. For me, the language is the strongest aspect of Icelandic culture and should be in the documentary as the main language. It was clearly difficult for them to express themselves in a foreign language, although they were very comfortable in front of the camera. Another aspect concerning the language is that the songs in Icelandic were without subtitle, which is unacceptable for an English- Icelandic production. But probably they were more concerned about not distracting the attention of the public from the breathtaking images.
For a quartet known across the globe[3], Jónsi, Goggi, Kjarri and Orri are definitely unassumed and not arrogant. In Heima they show that they are not only great musicians, but also in touch with other realities. The film is about this Sigur Rós, that most people don’t know, and about Iceland- its nature, its people and their children. An Iceland that I didn’t know, the modest “Iceland of Sigur Rós”.
Technical Information:[4]
A Klikk Film (Iceland)/EMI Records (U.K.) production, in association with the Icelandic Film Center, Truenorth Prods.
Produced by John Best, Dean O'Connor.
Executive producers: Jon Thor Birgisson, Orri Pall Dyrason, Georg Holm, Kjartan Sveinsson, Kari Sturluson, Terry Felgate, Paul Baines, Stefan Demetriou.
Directed by Dean DeBlois.
With: Jon Thor Birgisson, Orri Pall Dyrason, Georg Holm, Kjartan Sveinsson, Hildur Arsaelsdottir, Maria Huld Markan, Edda Run Olafsdottir, Solrun Sumarlioadottir.
Camera (color, HD): Alan Calzatti
Editor: Nick Fenton;
Music: Sigur Rós
Sound (Dolby Digital): Birgir Jon Birgisson, Ken Thomas
Assistant director: Hjorthur Gretarsson.
Reviewed on DVD, Chicago, Sept. 27, 2007. (In Reykjavik Film Festival -- opener; Rome, Athens film festivals.)
Running time: 97 MIN.
[1] Sigur Rós Official Web Page. (http://www.sigur-ros.co.uk/media/press/heima.php ) Consulted at 06. oct. 2007.
[2] COLOTHAN, Scoth. Sigur Ros: 'Heima' - A film by Dean DeBlois. http://gigwise.com/contents.asp?contentid=36563 Consulted at 08. oct.2007.
[3] Sigur Rós Official Web Page. (http://www.sigur-ros.co.uk/band/) Consulted at 08. oct. 2007.
[4] SIMON, Alissa. Sigur Rós: Heima. Variety Web Page. (http://www.variety.com/review/VE1117934930.html?categoryid=31&cs=1) Consulted at 06.10.2007.
Wednesday, October 3, 2007
Babado!!!!
Nem precisei anunciar e Kyoshi Yamamoto (o Kyki) já viu, já comentou... mais antenado que ele, só ele... direto da Noruega!
Tudo porque fiz uma colaboracao como leitora no site da Erika Palomino , sobre o filme Heima do Sigur Rós. Babado! Adoro o site deles. Leio sempre e baixo os Phodecasts todas as semanas. Me divirto, mato saudade da língua, fico por dentro do que rola e rio muito!
Eles, Sérgio e Ju, foram fofíssimos e atenciosos.
Tanto que tá lá! : )
To correndo de um canto pro outro por conta do festival de cinema e tenho que fazer a capa para uma revista até sexta como trabalho da facu e parte de um concurso. Já viu, né? Isso porque anunciaram só ontem! Básico!
Sunday, September 30, 2007
A Islandia de Sigur Rós

“Heima” recebeu grande destaque pela mídia islandesa e internacional, que lotoram a sessao de estréia do filme. O documentário dirigido por Dean Deblois, diretor da animacao “Lilo& Stich”, conseguiu sincronizar a telona do Háskólabió (cinema da universidade) uma hamornia simples e introvertida entre as paisagens dramáticas da terra do gelo, a cultura islandesa e a música de Sigur Rós.
As imagens foram retiradas da turne que o grupo fez em 2006 em 15 diferentes lugares, desde pequenas vilas à capital Reyjavik (e eu fui ao show deles em Rvk !). Muitos dos shows contaram com a participacao da banda islandesa Amiina , um quateto islandes (fofissimo) que deu um toque feminino ao filme, no qual elas relatam a forca da amizade entre eles.
A fotografia do filme chamou atencao com locacoes muito bem escolhidas e lugares onde a civilizacao parece nao ter tocado. A combinacao com a música de Sigur Rós e diálogos com os membros da banda, fizeram do documentário uma obra de arte que emocionou nao apenas os isladeses como todos da platéia.
De certo, Sigur Rós mostrou aos islandeses uma Islandia que muitos nao conheciam, a “Islandia de Sigur Rós”.
O DVD “Heima” será lancado 5 de novembro, assim como o CD duplo, "Hvarf-Heim", com faixas inéditas e uma série de versões acústicas de músicas de sua carreira. Para assistir ao clipe.
Wednesday, September 26, 2007
Miss Tanaka
Ontem recebi uma notícia que me deixou aos pulos de alegria! A minha amiga Graca Tanaka está reabrindo dia 01 de outubro o seu maravilhoso restaurante Miss Tanaka, depois de quase um ano viajando pela Europa, Tailandia, Laos e Vietna. Ela está deixando o Jardim Botanico para abrir as portas no Leme (meu bairro do coracao). Ela está cuidando da decoracao pessoalmente, depois do sucesso do Bar Da Graca.
E, para completar, quem está nesta empreitada com ela é nada mais, nada menos que a Srta. Donana, amigona desde sempre. Fico no maior orgulho, pois eu apresentei a Graca à Aninha. Agora tenho que ser VIP ao quadrado, quando for ao Rio, viu Aninha?!!!!
To aqui torcendo muito por elas, porque talento e coragem, elas tem de sobra!
Monday, September 24, 2007
Porque cinema é cinema!
*colagem que fiz ano passado com os tickets dos filmes do RIFF 2006. 









